Atleta Cannabis

Vozes do livro Cannabis no Esporte

Experiências que ajudam a construir uma conversa mais humana e responsável

Três perspectivas sobre cannabis, saúde e esporte: o olhar de uma médica e as vivências de dois atletas. Leia cada história em poucos minutos, com contexto e sem promessas.

Médica do esporte, ortopedista, atleta e maratonista

Cannabis veio para somar

A cannabis veio para somar.

O olhar profissional

Em seu relato, Ana Paula observa que a cannabis medicinal passou a fazer parte da conversa na medicina esportiva, especialmente quando dor persistente, inflamação e recuperação exigem uma abordagem mais ampla.

O limite

Ela reforça que esse recurso não substitui fisioterapia, fortalecimento nem os cuidados já indicados. A avaliação deve ser individualizada, com acompanhamento profissional e atenção às regras antidoping.

A mensagem

Informação, critério e responsabilidade vêm antes de qualquer decisão. Para a médica, a cannabis pode ser considerada como parte de um cuidado integrado — nunca como atalho ou solução isolada.

Dra. Ana Paula Simões

@draanapsimoes

Texto adaptado do depoimento publicado no livro Cannabis no Esporte.

Jornalista esportivo, apresentador e corredor de rua

Uma nova relação com o sono

Para mim, tem sido muito positivo.

O ponto de partida

Capriotti conta que convivia havia anos com sono curto e fragmentado, agravado por uma rotina profissional de horários irregulares. O descanso insuficiente também pesava sobre sua disposição para correr.

A experiência pessoal

Depois de buscar acompanhamento, ele relata que passou a dormir por períodos mais longos e a despertar menos durante a noite. Na percepção dele, descansar melhor também trouxe mais energia para os treinos.

A mensagem

Seu depoimento conecta sono, rotina e prática esportiva. É uma experiência individual, compartilhada para ampliar a conversa — não uma garantia de resultado para outras pessoas.

Ricardo Capriotti

@ricapriotti

Texto adaptado do depoimento publicado no livro Cannabis no Esporte.

Multiatleta e referência na corrida de aventura

Equilíbrio, ansiedade e autoconhecimento

Não é uma panaceia.

O ponto de partida

Em mais de duas décadas de esporte, Shubi aprendeu a observar o impacto do esforço prolongado sobre o corpo, o sono e a ansiedade. No livro, ela conta como passou a incluir a cannabis medicinal nessa busca por equilíbrio.

A experiência pessoal

Ela associa sua experiência a noites mais consistentes e a uma percepção maior dos próprios sinais físicos e emocionais. O relato não se concentra em uma fórmula, mas no processo de entender necessidades e limites.

A mensagem

Shubi rejeita a ideia de solução milagrosa. Para ela, conhecimento, acompanhamento adequado e responsabilidade são partes inseparáveis de qualquer decisão sobre cannabis e esporte.

Silvia “Shubi” Guimarães

@shubiguima

Texto adaptado do depoimento publicado no livro Cannabis no Esporte.

Antes de qualquer decisão

Um relato abre caminhos. A avaliação profissional orienta o cuidado.

Os depoimentos refletem experiências e opiniões individuais. Eles não substituem consulta médica, não indicam produto ou dose e não garantem o mesmo resultado para outras pessoas. Atletas também precisam considerar as regras antidoping aplicáveis à sua modalidade.